Hipnose terapeutica


 Contrariamente ao que se pensa, a hipnose não coloca a pessoa num estado de ausência de vontade. Muito pelo contrário. É um estado de concentração que pode ir de moderada a profunda dependendo do que se pretende trabalhar.

Antes de iniciar a indução hipnótica, o terapeuta aprofunda a história de vida do paciente e, este decide o que se vai trabalhar. Esta programação prévia é fundamental para que o inconsciente forneça respostas precisas. De outra forma navega à deriva. Este trabalho prévio é fundamental. Em seguida, o terapeuta escolhe a indução mais apropriada tendo em conta as caraterísticas da pessoa e do que vai abordar. Em seguida aprofunda-se o relaxamento físico e mental para que a mente procure as respostas para o assunto já definido. Em seguida, poderemos utilizar vários guiões: regressão com ou sem causa conhecida, eu superior ( a parte da nossa mente que personifica o nosso ser mais feliz) ou progressão (para redefinir objetivos futuros, uma inovação do pai da hipnose moderna, Mílton Erickson), entre outros...

Uma das ferramentas importantes do hipnoterapeuta será a voz, daí que esse treino seja importante.

No final, faz-se a síntese do que foi transmitido pelo paciente e perguntamos quais as suas conclusões. Este é um ponto importante pois é sempre o paciente que conclui e nunca o terapeuta.

Este treino é delicado e exige supervisão clínica.

O acesso à informação do inconsciente e subsequente resignificação é um passo importante quer na cura de um sintoma, quer num processo de auto conhecimento do nosso Eu.

Pessoalmente fiquei rendida a esta abordagem, como terapeuta ou como pessoa.

As consultas de hipnose terapêutica decorrem na clínica estádio em Coimbra ou na clínica Sico saúde em Soure, de forma presencial.

On line pelo email paula.temudo1@gmail.com

Boa semana

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