Divórcio
Duas pessoas divorciaram-se. Depois da luta pelo teres e haveres vem a briga pela guarda dos filhos. Os acordos aberrantes do tipo meia semana cá, meia semana lá sucedem-se sem levar em conta que duas camas, duas almofadas, duas escovas de dentes e dois tipos de regras implicitas fazem mais mal do que bem a uma personalidade que ainda se está a delimitar. O que interessa, tal como a part...ilha do serviço de porcelana ou dos sofás é o meu grau de necessidade estar preenchida pela presença de um/uma filho (a) que já há muito tempo não sabe o que quer ou para onde vai. Aliás, saber até sabe: quer paz. Mas isso poucos adultos lha conseguem dar. Poucos adultos ouvem o que tem para dizer alegando que quem sabe o melhor para a criança é a mãe ou o pai. E cada um parece ter uma noção diferente do que é o melhor para ela. Estrutura-se assim uma pessoa insegura ou, na melhor das hipóteses um adulto (a) manipulador para conseguir sobreviver à insanidade do hoje o filho é meu, hoje o filho é teu. Para não falar na pressão de avós, tios e vizinhos cada qual com opiniões próprias acerca do assunto.
o Rei Salomão na sua grande sabedoria, quando a mesma criança era reclamada por duas mães resolveu a questão dizendo: "corta-se ao meio e fica metade para cada uma". A verdadeira mãe aflita responde: "Não! O filho é dela, não o corte". Aí, o Rei soube quem era a verdadeira mãe. (podia ser um pai). Aquela que não quer que nada aconteça de mal ao seu filho.
Perguntamos: a disputa parental serve os interesses de quem?
o Rei Salomão na sua grande sabedoria, quando a mesma criança era reclamada por duas mães resolveu a questão dizendo: "corta-se ao meio e fica metade para cada uma". A verdadeira mãe aflita responde: "Não! O filho é dela, não o corte". Aí, o Rei soube quem era a verdadeira mãe. (podia ser um pai). Aquela que não quer que nada aconteça de mal ao seu filho.
Perguntamos: a disputa parental serve os interesses de quem?
Comentários
Enviar um comentário